O Homem lá em cima gosta de mim…
PS - procura por valores espirituais - ou não - tem varios caminhos, mas creio que seja , antes de tudo, uma jornada individual.
Portanto, coments off neste post…
Tuitar este postUm blog d’O Pensador Selvagem
O Homem lá em cima gosta de mim…
PS - procura por valores espirituais - ou não - tem varios caminhos, mas creio que seja , antes de tudo, uma jornada individual.
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Tuitar este postColeguinhas do Quarto Poder, sei que amanhã vai ser um dia corrido pra quem tá de plantão. Pra facilitar as coisas, podem dar copy and paste no textinho pronto que o tio Serbão tá oferecendo pra vcs, de grátis:
“em São Paulo, turistas japoneses bateram fotos no túmulo de Ayrton Senna, no cemiterio do Morumbi. em salvador, fãs fizeram romaria na última morada de raul seixas. vestidos a caráter, cantaram os sucessos do Maluco Beleza. (sobe som )
no rio, os tumulos mais visitados do São João Batista foram os de Carmen Miranda , do cantor Paulo Sergio e o da atriz Daniella Perez.”
em São João del Rey, crianças da rede municipal de ensino cantaram Coração de Estudante no mausoléu de Tancredo Neves…” (sobe som)
“Fieis acenderam velas e deixaram pedidos no santuário de frei Galvão, o primeiro santo brasileiro.”
Listinha bem sem vergonha essa da Rolling Stone, das 100 Melhores Músicas Brasileiras. Poucas canções da era pré-bossa nova. Dorival Caymmi só aparece no fim da lista, com o Mar, e nada de O Samba da Minha Terra (com os célebres versos “Quem Não Gosta de samba/Bom Sujeito Não É…”) .
Ary Barroso comparece com “Aquarela do Brasil”, obrigatória, mas nada de “Sandália de Prata”.
Roberto e Erasmo, é justo entrarem na lista; mas omitir “Vem Quente que Estou Fervendo” entre o rock brazuca não pode. Assim como não tem nada dos chamados ‘bregas’(cadê Waldick e “Eu Não Sou Cachorro Não”????), nem uma canção sertaneja de raiz (“Menino da Porteira” merecia ser lembrada). Ivan Lins, a quem foi atribuído o rótulo dogmático de ‘chato’ ficou de fora, mesmo tendo sua “Madalena” uma gravação magistral da Elis. Dos nordestinos, Luiz Gonzaga e “Asa Branca” fica parecendo apenas uma concessão dos ‘críticos’, pois meio mundo ficou de fora.
Quase que se desculpando, a revista justifica que seriam as canções que “mudaram a cara do Brasil”.
Então é imperdoável omitir Carmen Miranda, a artista que estourou em Hollywood e divulgou o país lá fora(“O Que é Que a Baiana Tem?” Dele, Caymmi); imperdoável esquecer de Chiquinha Gonzaga e seu tango “Corta-Jaca” que abalou a “Corte”, ao lado do “Odeon” do Ernesto Nazareth; e o primeiro samba de sucesso nacional, “Pelo Telefone” de Donga, era obrigatório por esse critério.
Aí o fecho com chave de fezes: “Anna Julia” dos superestimados ao cubo Los Hermanos. Uma canção que nem eles mesmos aguentam mais.
Nada a estranhar, no fim das contas. Listas são assim mesmo. Principalmente as que se apresentam como ‘definitivas’. Sempre aparece um chato como eu para reclamar. E pra quê precisamos delas?
PS - dei uma olhada no júri. Tem gente boa, mas também muita molecada que escreve nos suplementos culturais. Faltou ouvir pesquisadores sérios como Zuza Homem de Mello, Jairo Severiano, o Tinhorão e Ricardo Cravo Albin. Essa elipse explica muita coisa…
Tuitar este postAssim como as unanimidades , generalizações são burras.
P.S.: esta é uma generalização.
Tuitar este postO nome do(a) artista eu só revelo na presença do meu advogado, mas a historinha eu conto.
Eu ouvia a mesma e surrada coletânea com 14 músicas do(a) tal artista. Aí um dia resolvi reunir todos os discos da carreira dele(a) em mp3.
Consegui. Joguei tudo no iPod. Aí viajei e fui ouvindo na estrada. Comecei a pular algumas faixas, e ouvir as mais legais na íntegra.
No final, eu ouvi as mesmas 14 faixas… da coletânea!
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